Quem sou eu

Um publicitário que vive a nostalgia dos anos 70, 80 e 90.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Que fim levou Kurtis Blow ?



Hoje a  indústria fonográfica vive um bom momento com a Black Music, rodeados por cantores como Puff Dady, Ja Rule, 50 Cent, LL Cool J e podemos dizer que até o Black Eyed Pece e outros novos cantores ou grupos que trocam as primeiras posições nas emissoras de rádio. Todos eles têm algo em comum, que é um  pouco da essência do Hip Hop, digo um pouco, pois o Hip Hop sofreu grandes mudanças no decorrer destas últimas décadas se transformando e adequando-se ao que vende. Se voltarmos no tempo e trouxermos a verdadeira essência deste estilo musical é inevitável que lembremos  de Kurtis Blow um dos mais famosos e influentes Rappers da década de 80, um dos primeiros artistas do hip hop e que com certeza espelhou muitos desta nova geração. Kurtis Blow nasceu em 9 de agosto de 1959 em Harlem, Nova York. Em seu currículo carrega sucessos como "The Breaks" um dos primeiros "clássicos" deste gênero, foi influenciado pelo disc-jóquei DJ Hollywood (criador do termo hip-hop). Em meados da década de 1970,  iniciou como dançarino de break  e posteriormente começou o trabalho como DJ e rapper. Ele foi o primeiro a gravar um álbum inteiro de rap em 1980, o álbum Kurtis Blow, que inclui as faixas “The Breaks e Throughout The Years” e ainda teve uma aparição em dois filmes: Krush Groove e The Show.
Kurtis Blow estava para o Hip Hop assim como Elvis para o rock e Michael Jackson para o Pop., com sua batida contagiante e dançante. Mas acreditem este genio se tornou Pastor e dedica seu talento cantando música Gospel claro que utilizando o ritmo do Hip Hop O Pastor Kurtis Blow grava álbuns de rap gospel, aparecendo em santuários cristãos. Além dos serviços realizados na Grande Hood Memorial AME Zion Church em West 146 Street, suas paróquias, em Los Angeles, Filadélfia, Oakland e também acolherndo em reuniões semanais, com filiais em Seattle e Dallas alegadamente a caminho.




Vingadores do Espaço - mais uma série da infância

Será que alguém lembra desta série japonesa que passava no inicio dos anos 80, junto com as outras famosas séries de super heróis japoneses. Era a história de um menino que conheceu 3 super heróis o pai Roldar, a mãe e o filho. Eles tinham um acordo, toda a vez que ele ou alguem estivesse em perigo, ele utilizava um apito, sendo que se apitasse uma vez viinha o menino, duas vezes a mãe e três vezes o  Roldar . O Roldar normalmente era chamado para enfrentar os monstros giugantes. Entre os poderes da familia estava o fato deles se transfomarem em foguetes. Caso alguém que viveu a época não consiga lembrar ai vai um vídeo.




quarta-feira, 4 de novembro de 2009

I Want to Know What Love Is em 2 versões

Tema da novela da TV Globo Viver a Vida e sobre a voz de Mariah Carey, esta música tem estado entre as top five ou top ten das emissoras de rádio não só no Brasil mas também no mercado americano. Mas acreditem para os mais experientes se é assim que podemos dizer esta música já esteve presente nos Bailes de Garagem. Sua versão original foi lançada pelo Foreigner uma banda de rock americana de nova Iorque, formada em 1976 pelos integrantes Lou Gramm, Jeff Jacobs, Mick jones e Bruce Turgon. Lançaram seu primeiro álbum em 1977, que ganhou grande notoriedade pelas baladas românticas  e musicas como:"Waiting for a Girl Like You", "I Don't Want to Live Without You" e é claro "I Want to Know What Love Is". lançada em 1984, tocaram nas baladas da época. A banda esteve no Brasil em 2006 e acreditem a voz dos caras continua a mesma. Bom se tem dúvidas seguem as 2 versões.






terça-feira, 3 de novembro de 2009

Antes de MJ Depois de MJ

Dia 02 de novembro, coincidência ou não com a data, fui assistir ao filme This Is It. Confesso que antes de entrar na sala de exibição fiz um exercício, esqueci que o filme já gerou uma receita absurda no mundo todo, que muitos ganharam com todo o sensacionalismo feito com sua morte, esqueci dos fatos polêmicos envolvendo Michael Jackson (MJ), de suas transformações físicas e de toda sua infância conturbada e do sucesso precoce, foquei única e exclusivamente na essência do documentário e o que presenciei foi um último ato, se é assim que podemos dizer. Um ato de humildade e de sonhos de um elenco de jovens dançarinos e músicos que cresceram e aprenderam dançar olhando e ouvindo as exibições de MJ.
Antes dele, embora não tenha vivido esta época, tivemos Elvis Presley que também foi capaz de mover milhões de fãs. Mas meu único contato com Elvis, eram os filmes que assistia nas Sessões da Tarde na minha infância e as músicas que aprendi a gostar com o tempo e as quais escuto ainda hoje. Com MJ foi diferente, cresci ao som de " Don´t Stop ' Til You Get Enough" do álbum Off The Wall, não na abertura do Vídeo Show mas sim ao som e performance dele próprio. Tentei inúmeras vezes imitá-lo ao som de Billie Jean e é claro gastei as agulhas da Picape de tanto ouvir o álbum Triller. e ainda vivenciei sua vinda ao Brasil com a turnê Dangerous, em 1993, quando o astro estava no auge de sua carreira com seus 35 anos.
Não tenho palavras para o que vi no filme e nem se quer imaginação para o que esta turnê poderia  ter sido Seu perfeccionismo, sua criatividade, seu conhecimento musical, enfim toda a genialidade do Rei do Pop misturada com toda a experiência adquirida ao longo da carreira e o desejo de mostrar a todos que ainda merecia este título. MJ tinha tudo para que os seus 50 anos misturassem gerações nesta nova turnê.
Acredito que diante daquela criança de 50 anos estavam jovens com um sonho de poder subir ao palco com o Rei do Pop e que apesar da frustração da turnê não ter acontecido, guardarão em suas lembranças um último momento com seu ídolo em ensaios, e a ilustre oportunidade é claro de terem sido selecionados entre tantos talentos para esta última aparição com MJ.
Como não existirá outro Elvis, nem outro Beatles, acredito que também nunca existirá outro MJ. Hoje vivemos claramente num cenário da indústria fonográfica, de Blockbusters curtos e que vendem muito e de curta duração. Depois de Michael Jackson não sei se teremos outro mito que possa mover tantas multidões.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Quando torcemos pelo vilão.


Minha infância foi marcada por diversos desenhos da Warner Bross, principalmente os desenhos da turma do Perna Longa. Gostaria de aproveitar este post para fazer um desabafo, sempre torci pelos mocinhos da história, mas um dia existiu uma excessão, teve um desenho em particular que meu comportamento mudou, pois não aguentava mais ver o vilão se ferrar. Não tinha nada mais irritante do que assistir Papaléguas, muitas vezes acabava mudando de emissora pois eu via que minha torcida era em vão. Meu desejo por ver o Coiote superar e vencer o Papaleguas era muito grande. O Coiote me comovia, ele prepara diversas armadilhas para pegar o Papaléguas e sempre era surpreendido pelos seus próprios truques, isto foi legal por um tempo, mas depois achava uma tremenda injustiça contra o animal. Não gostaria que entendessem isso como uma revolta pessoal, pois não sentia a mesma coisa com Tom sobre o Jerry e do Frajola sobre o Piu-Piu. Quem teve a oportunidade de viver isso sabe do que estou falando quem não teve ai vai um trecho.

Brinquedos da infância


Existem brinquedos legais para todos e chatos para alguns. O que quero dizer com isto? Será que alguém lembra do WalkMachine, lançado no início dos anos 90. Era resumidamente dizendo, um patinete motorizado, movido a gasolina e cores para escolher.
As crianças e pré-adolescentes adoravam, ir de um lado para o outro sem fazer esforço. Mas era inevitável o barulho infernal que o brinquedo fazia, parecia uma enceradeira antiga, ou até mesmo um fusquinha fora de ponto. Imaginem uma rua cheia de casas e no bom e velho Domingo, os pais colocam três amiguinhas indo e vindo com seus presentes de Natal. Elas felizes e contente no seu novo e moderno WalkMachine  e os vizinhos p. da vida pois não conseguem ouvir a TV. Mas independente da situação acredito que tenha marcado a infância.

domingo, 1 de novembro de 2009

Que fim levou Maurice do Earth, Wind & Fire ?

Um dos meus primeiros posts foi a respeito desta banda que julgo ser uma das melhores bandas de Funk, R&B, Disco Music e Soul. Fundada em 1969 nos Estados Unidos na cidade de Chicago por Maurice White, com o nome de Salty Peppers, o Earth, Wind & Fire teve uma quantidade absurda de integrantes. Hoje em dia ela conta com dez músicos. As formações foram inúmeras, mas o coração do EWF era Maurice. Era em torno dele que tudo girava. Maurice trabalhou diversos gêneros musicais, isto explica a passagem de diversos músicos pela banda; para se ter uma idéia até músicos brasileiros como o percussionista Paulinho Costa passaram por lá. Maurice nasceu em Memphis em 1941. Em Chicago na sua adolescência, Maurice começou a trabalhar como baterista da gravadora Chess Records, em 1967 passou a integrar o Ramsey Lewis Trio onde ficou pouco tempo. Em 1969 ele juntou-se a dois amigos Wade Flemons e Don Whitehead e assinou contrato com a gravadora Capitol sob o nome Salty Peppers, porém Maurice resolveu mudar para Earth, Wind & Fire pois não achou o nome agradável.
O nome da banda foi baseado no signo de Sagitário (signo de Maurice), na astrologia o signo de Sagitário tem como elemento de regência natural o fogo e regências sazonais a Terra e o Vento, isto tudo ainda em 1969. Maurice ficou na banda até a década de 90 quando anunciou que era portador do Mal de Parkison e se retirou das turnês do EWF. A banda continua se exibindo sob a liderança de Philip Bailey , com Verdine White, seu irmão e Ralph Jones. Maurice manteve a Kalimba Records e ainda hoje produz alguns álbuns de outros artistas da black music, uma de suas últimas aparições com o EWF, foi  uma  turnê feita no Japão em 1990, cuja exibição gerou o DVD Earth, Wind & Fire Live.
E para finalizar, não poderia deixar passar batido, portanto ai vai "September" um dos clássicos da banda  tocado neste show, ao som dele, Maurice.